área de construção 382 m²
O programa da habitação agrupa-se em quatro áreas distintas, de vivência social e privada, definindo 3 corpos e uma zona exterior principal.
A linguagem formal da construção nasce do conceito de biohabitação, as condições climatéricas e os materiais locais definem materialidades, volumes e disposições funcionais.
As coberturas, apoiadas sobre treliças de madeira, com um sistema de grelhas, funcionam como em elemento extractor de ar quente acumulado nas zonas de tecto, facilitando a ventilação natural e acentuando a entrada de luz natural.
Todas as paredes exteriores são em taipa, o que permite regular o nível de humidade no interior da habitação. Parte da terra a aplicar provém do próprio terreno.
A distribuição dos espaços funcionais da moradia é conciliada com a orientação solar, contribuindo para o conforto dos seus habitantes.
O acesso à habitação faz-se a partir de pátios cobertos e elevados em relação às cotas do terreno, possuindo uma dupla função: de aproximação à casa e de prolongamento das áreas internas para o exterior.
As áreas privadas da habitação agrupam-se reservando a visibilidade sobre o que se passa no interior da propriedade.
esquema solar . planta
esquema solar . corte longitudinal nascente poente
planta
alçado sul
corte longitudinal poente nascente

alçado poente

corte transversal norte sul
alçado nascente
colaboração: arq.º Helder Pereira e arq.º Andrea Matteini


















